Categoria Casos ufológicos

Dossiê Chupa Cabras – Documentário completo – Carlos Alberto Machado.

Na década de 70, nosso planeta foi palco de insólitas mortes de gado, conhecidas como: Mutilações de Animais. Também na mesma década e em plena época de ditadura militar, o Brasil foi visitado pelo misterioso Chupa-chupa, fenomenologia predominante na região Norte brasileira. Na década de 90, um novo fenômeno assolou vários países, “O Chupa cabras”.

Carlos Alberto Machado​, Doutor pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro​. Inúmeras entrevistas com criadores, cientistas e pesquisadores sobre o fenômeno que assolou o Brasil de 1996 a 2001. Fique por dentro de todos os detalhes através de estatísticas, imagens e depoimentos que não deixarão dúvidas. Uma hora e meia de informação sobre o que ficou indevidamente classificado como um “mito” de nossa época. Gostaria de agradecer ao grande pesquisador Carlos Alberto Machado por nos disponibilizar este excelente documentário de pesquisa de campo.

 

 

 

Caso Sagrada Família

Durante a ultima onda de observações de OANI, em meados de 1965, uma surpreendente notícia foi publicada, sob título acima, por conceituado jornal de Belo Horizonte, “O Diário” (15/ago/65). Segundo a reportagem, três crianças teriam observado, em 1963, um estranho objeto voador com vários tripulantes, no próprio quintal de sua residência!

Imediatamente o Sr. Alberto Francisco do Carmo, associado do CICOANI, dirigiu-se à casa dos meninos para investigar o caso. Eis o relatório apresentado no mesmo dia, pelo Sr. A. F. do Carmo, após longo contato com as 3 crianças e seus pais, no próprio local onde teria ocorrido o incidente:

Data da ocorrência: 28 de agosto de 1963.

Hora: entre 19:00 hs e 19:30 hs (tempo local).

Duração: entre 10 e 15 minutos.

Local: Rua Conselheiro Lafaiete nº 1533, bairro Sagrada Família, cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Observadores depoentes: Fernando Eustáquio Gualberto, atualmente com 14 anos (12 anos na época do incidente); Ronaldo Eustáquio Gualberto e José Marcos Gomes Vidal, ambos com 7 anos da data da ocorrência (9 anos na data deste relatório). Os dois primeiros são filhos do casal Alcides Gualberto e Maria José Gualberto e residem com mais quatro irmãos, todos de menor idade, no endereço citado. Quanto a José Marcos, trata-se de um amigo íntimo que reside na casa da frente.

Afirmam Fernando e seus companheiros que, na noite de 28 de agosto de 1963, logo após o jantar, saíram para o quintal com a finalidade específica de lavar um coador de café, com a água de um depósito situado ao lado de uma cisterna. Ao atingir o quintal, através da porta dos fundos, Fernando notou que ele estava bem iluminado, mas não estranhou, porque havia luar. José Marcos dirigiu-se rápido para o depósito de água (um velho tambor de gasolina), abaixando totalmente a cabeça e os braços para colher o líquido numa vasilha. Ronaldo, que vinha logo atrás e mais à direita da casa, foi quem primeiro se surpreendeu com a origem do clarão que iluminava o quintal, cuja lâmpada achava-se apagada: um objeto esférico, iluminado por dentro e de paredes transparentes, flutuava imóvel sobre um abacateiro situado à frente e um pouco ao lado da residência, a cerda de 5 metros do solo e 8 metros dos observadores. Seu diâmetro foi comparado com a sala principal de sua casa (entre 3 e 3,5 metros). A esfera era dividida em “pequenos quadrados”, provavelmente uma estrutura quadriculada. Na parte superior apresentava uma espécie de antena, constituída por 2 hastes inclinadas em forma de “”, encimadas por esferas, e uma haste vertical central. Através das paredes transparentes avistavam-se quatro pessoas sentadas em banquinhos de uma só perna. Estavam de perfil em relação aos observadores. Uma das pessoas, sentada no banco de trás, tinha aspecto masculino e era mais robusta que as outras. Logo à frente desta, no centro da esfera, sentava-se o que lhes parece uma mulher: longos cabelos alourados e puxados para trás; no banco da frente havia um homem semelhante ao primeiro, porém mais magro, que parecia controlar instrumentos num painel onde havia uma espécie de tela semelhante à de televisão. O quarto “homem”, que logo viria a descer, sentava-se ao lado esquerdo da “moça” no centro do objeto. Todos vestiam uma espécie de escafandro e tinham as cabeças envoltas em cúpulas ou capacetes redondos e transparentes. Apresentavam aparência quase uniforme, inclusive nos vestuários: os troncos vestidos com algo de cor castanha; abaixo da cintura os vestuários eram brancos, até alcançarem os joelhos, de onde continuavam pretos até os pés (vestiam “botas pretas”, segundo os depoentes). Os uniformes pareciam ser feitos de couro e eram muito enrugados nas partes correspondentes aos membros e tórax dos tripulantes.

Em questão de segundos projetaram-se da parte inferior do aparelho, em direção ao solo, dois feixes luminosos, paralelos e de cor amarelada. Entre esses dois feixes desceu um dos “homens”, como que flutuando em postura ereta, até tocar o solo suavemente. Tão logo no chão, o homem encaminhou-se para o lado dos observadores. Fernando e Ronaldo achavam-se quase colados à casa e, completamente aturdidos, não avisaram José Marcos que, com a cabeça completamente pendida dentro do tambor de água, nada percebera ainda.

Com andar pesado, cadenciado, os braços balançando um pouco afastados do corpo e, aparentemente, sem perceber a presença de Fernando e Ronaldo, o homem dirigiu-se para o lado da cisterna, onde parou. Em seguida, estendeu um braço na direção de José Marcos. Interpretando o gesto do homem como uma ameaça ao seu companheiro distraído, Fernando saltou sobre José Marcos, jogando-o ao chão violentamente, para evitar que fosse agarrado. Com José Marcos ainda surpreso, no solo, o homem, imóvel, olhou para Fernando e, em seguida, para Ronaldo. Este havia se afastado mais para o fundo do quintal, com o propósito de fugir para dentro de casa; mas, no atropelo da fuga, seu joelho bateu na quina da casa e a dor o fez parar. Neste momento, o homem fixava-lhe o olhar. Ronaldo voltou então alguns passos e deixou-se ficar passivamente ao lado da casa, junto aos companheiros, que também sentiam-se sem forças para fugir ou gritar. O homem fez uma série de gestos com as mãos, em sentido horizontal, acompanhando-os com movimentos da cabeça e palavras estranhas. Fernando afirma que seu medo passou após essa gesticulação. Já mais calmos e a cerca de 2 metros de distância, os meninos puderam reparar melhor o estranho visitante. Possuía apenas um olho. Era completamente calco (como dois de seus acompanhantes) e sua pele tinha uma forte tonalidade vermelha. Sua enorme figura foi comparada ao tamanho da porta do lado da casa (mais de 2 metros). Sobre o capacete transparente havia uma espécie de antena em forma de aro, com uma pequena esfera pendente. O olho era grande, arredondado, escuro, sem a parte branca que chamamos esclerótica. Ao invés de uma pupila circular, José Marcos insiste em que a parte central do olho apresentava apenas um risco horizontal mais escuro. Sobre o olho, movimentando-se frequentemente, havia uma mancha saliente escura que os meninos interpretaram como sobrancelha. O vestuário, descrito anteriormente, cobria o corpo por inteiro e parecia levemente inflado.

O homem sentou-se na borda da cisterna, ficando de perfil para os meninos, e de frente para o aparelho, onde continuavam seus companheiros. A altura de sua cabeça ultrapassava de muito a altura da manivela da cisterna. Aproveitando-se de sua aparente distração, Fernando deslocou-se alguns passos, de forma a ficar atrás do homem. Apanhou rapidamente um pedaço de tijolo no solo e levantou o braço para arremessá-la no homem, pelas costas. “Eu queria acertar ele” – afirmou Fernando. Inexplicavelmente, como se tivesse adivinhado, o homem saltou de pé, virando-se para Fernando em movimento rápido e ejetando, de uma superfície retangular situado na altura do tórax, um jato de luz amarela que foi atingir a mão do menino, fazendo-a tremer momentaneamente. O tijolo caiu ao solo e os meninos perceberam que o homem, ao olhar rapidamente na direção do aparelho, recebeu do companheiro que estava no comando dos instrumentos um gesto que eles interpretaram como de dissuasão. Neste momento os meninos observaram mais claramente que também este tripulante tinha um só olho. Nos breves instantes em que o homem dera-lhe as costas as crianças puderam notar a existência, alí, de uma caixa de cor acobreada, presa ao vestuário. “Sabe aquela cor que aparece quando a gente descasca um fio de luz?” – perguntou Fernando, tentando descrever a cor da caixa.

Numa língua estranha, com voz extremamente “grossa” e com muitos gestos com as mãos, a cabeça e o olho, o homem parecia esforçar-se por se fazer entendido pelas crianças, que o observavam passivamente. Fechando um círculo com o indicador e o polegar, o homem traçou no ar vários círculos em torno deste, com o indicador da outra mão, sempre falando. Em seguida apontou para os três meninos e, com certa dificuldade, procurou juntar as palmas das mãos ao lado da própria cabeça, como a fazer um gesto de dormir. Apontou então para a Lua, fazendo um gesto de elevação progressiva das mãos, como a indicar um voo naquela direção.

A seguir o homem virou-se e encaminhou-se lentamente na direção do aparelho, pelo caminho que já havia trilhado. Vendo-o afastar, José Marcos perguntou, ansiosamente, a Fernando: “Será que ele volta?”. Surpreendentemente, o homem giru a cabeça em sua direção e fez com ela vários movimentos verticais, como a responder afirmativamente à pergunta de José Marcos. No meio do caminho dobrou o corpo na direção de um canteiro e dali retirou uma planta, com a mão esquerda.Ao atingir o ponto onde havia “aterrissado”, fez um discreto gesto e reapareceram os dois jatos de luz ligando o aparelho ao solo. Subindo entre as duas faixas suavemente e em postura ereta, como descera, o homem ainda foi visto sentando-se junto aos seus companheiros. Imediatamente depois o aparelho emitiu um brilho forte e ascendeu silenciosamente numa direção oblíqua, rumo leste, apagando-se logo e deixando de ser percebido pelas crianças ainda estupefatas.

Tão logo se sentiram livres, os meninos correram para dentro de casa, chamando Dna. Maria José, aos gritos. Esta, que estava acomodando seu filho caçula no quarto da frente, não percebera qualquer alteração no ambiente, durante os poucos minutos em que se desenrolara o incidente, exceto um forte e breve clarão entrando pela janela basculante do quarto. Estranhara esse clarão porque sabe que não há possibilidade de um farol de automóvel atingir as janelas de sua casa, gritando. Mas não dera importância ao fato, até a entrada ruidosa dos meninos em casa, gritando: “mamães, venha ver que coisa horrorosa!”. Além da agitação e palidez de seus filhos, impressionou Dna. Maria José o fato do vizinho José Marcos, ao entrar correndo com os outros, dirigir-se diretamente para debaixo de uma das camas, onde se escondeu apavorado.

No momento do incidente, o Sr. Alcides Gualberto, pai das crianças, encontrava-se num bar da vizinhança, conversando com alguns amigos. A mando de Dna Maria José, uma menina foi chamá-lo. Correndo imediatamente para casa, o Sr. Alcides surpreendeu-se com a história dos meninos e foi examinar o quintal. Pôde notar então, no chão de terra batida, várias marcas pequenas, em forma de triângulo, no trajeto que o homem fizera, segundo indicação de seus filhos. As depressões eram bastante fundas, com cerca de 1,5 cm de lado, indicando terem sido feitas por alguma coisa muito pesada. Na mesma noite, o Sr. Alcides voltou à presença dos amigos para contar-lhes a estranha história. Mas a reação destes, como a de toda a vizinhança foi do mais absoluto descrédito. Um vizinho, de nome Jamil, chegou a ver as marcas no solo, na noite da ocorrência. Quanto a Dna. Maria José, a preocupação de que se viu possuída aumentou quando percebeu que os meninos se recusavam terminantemente a sair do quintal à noite, contrariando um velho hábito. Relatou o fato a vizinhos, inclusive à Dna. Zita Iani (ver caso à parte), mas a incredulidade foi geral. Diz que, diante dessa atitude, Fernando costumava reagir com as seguintes palavras em tom de mágoa e desafio: “Eles não querem acreditar? Pois um dia eles acabarão vendo o que vimos e aí ficará provado que não mentimos!”

Alberto Francisco do Carmo


Representação do humanóide observado no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, Minas Gerais

Desenho representando o objeto e seus tripulantes, reproduzido na capa do Boletim da SBEDV, edição especial 1975

Desenhos de próprio punho das testemunha do caso representado o estranho ser observado, reproduzido do Boletim da SBEDV, edição especial 1975

Desenhos de próprio punho das testemunha do caso representado o estranho ser observado, reproduzido do Boletim da SBEDV, edição especial 1975

Retrato falado do ser observado no bairro Sagrada Família e reproduzido no Boletim da SBEDV, edição especial 1975

Na imagem acima temos os protagonistas do caso apontando onde o objeto apareceu pela primeira vez. Imagem reproduzida do Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), edição especial 1975

Fotografia da cisterna próxima à residência da família. Imagem reproduzida do Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), edição especial 1975

Na imagem acima temos os protagonistas do caso ao lado da cisterna. Ao lado temos a imagem da cisterna. Imagens reproduzida do Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), edição especial 1975

Representação dos humanóides e do aparelho observado no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, Minas Gerais

Representação do momento em que um humanóide desce do aparelho observado no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, Minas Gerais
Fonte Site www.fenomenum.com.br

Operação Prato: Uyrangê Hollanda Conta Tudo-vídeo completo

Coronel Uyrãnge Hollanda

 

No final da década de 1970, mas precisamente nos anos de 1977, 1978 e 1979, vários estados da região Norte e Nordeste, notadamente Amazonas e Pará, na região Norte e Maranhão e Piauí, na região Nordeste, foram palco de estranhos eventos que provocaram medo na população local. Várias pessoas, em sua maioria mulheres, eram atacadas por fachos de luz provenientes de estranhos objetos luminosos que sobrevoavam a região durante a noite.

O primeiro caso teria ocorrido na noite de 25 para 26 de abril de 1997, na região da Ilha dos Caranguejos, no litoral do Maranhão, quando quatro pescadores, Firmino, Apolinário, Aureliano e José, pescavam na região a bordo do barco Maria Bonita. No dia 26 de abril o barco foi encontrado a deriva, com um dos tripulantes morto e os outros vivos, mas bastante debilitados. Eles declararam terem sido atingidos por uma uma luz vinda do céu .

Os casos continuaram a ocorrer na região e no últimos trimestre de 1977, a região ao norte de Belém, foi assolada pelo fenômeno, já apelidado de Chupa-Chupa, devido à natureza de seus ataques. Tal situação gerou um cima de terror e pânico coletivo. Moradores das regiões de incidência do fenômeno começaram a abandonar a região. A situação atingia níveis críticos. O posto de saúde da cidade estava lotado de vítimas do fenômeno. Elas estavam debilitadas e aterrorizadas.

O prefeito de uma da cidade de Vigia, que era uma das mais atacadas pelo fenômeno, enviou um oficio à Aeronáutica avisando que OVNIs estavam incomodando o pescadores locais e criando pânico na região. Ele pediu providências da Aeronáutica que destacou uma equipe investigar as ocorrências. Era o início da chamada Operação Prato.

Em poucos meses de atividades, a equipe de oficiais da Aeronáutica conseguiu dezenas fotografias de várias gravações em vídeo de Objetos não identificados sobrevoando a região de Colares, no Pará. A equipe coletou o depoimento de dezenas de pessoas de diversas cidades atingidas pelo fenômeno. Este material todo gerou um relatório técnico-operacional impresso com centenas de páginas contendo depoimentos, relatos pessoais da equipe da FAB, croquis e mapas das ocorrências, e desenhos ilustrativos. Tudo isto com a precisão e objetividade característicos das Forças Armadas.

A Operação Prato sempre esteve presente nos meios ufológicos nacionais e internacionais. Haviam algumas cópias das fotografias e o relatório operacional da Operação em poder de Ufólogos, porém faltavam declarações dos próprios militares envolvidos na Operação. Em 1997, estes militares começaram a relatar suas experiências publicamente. O primeiro deles foi o comandante da Operação, o então Coronel Huyrangê Bolivar Sores Nogueira de Hollanda Lima, em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo, contou detalhes da Operação. Posteriormente, em longa entrevista à Revista UFO, ele apresentou detalhes até então inéditos sobre o Fenômeno Chupa-Chupa e as experiências da Operação frente ao misterioso enigma.

Fonte texto – Site www.fenomenum.com.br

Fonte Vídeo – Canal: 909brazil

MAGESTIC 12

Em dezembro de 1984, Jaime Shandera, produtor de cinema em Hollywood e ufólogo, recebeu por correio um pacote contendo apenas um rolo de filme preto e branco de 35 mm ainda não revelado. O pacote não vinha acompanhado de nenhuma carta e tampouco de remetente. Apenas o carimbo dos selos dava uma pista sobre sua origem: Novo México.

Ao revelar o filme, viu que continha negativos do que parecia ser um relatório, de 18 de novembro de 1952, para o presidente eleito Dwight D. Eisenhower. Na primeira página havia uma advertência: “Este é um documento ALTAMENTE SECRETO – APENAS PARA LEITURA, que contem informação classificada, essencial para a segurança nacional dos Estados Unidos”. Na segunda página, havia uma lista de doze influentes cientistas, chefes militares e conselheiros de informação dos EUA. Até a terceira página não se percebia com clareza o tema do documento: a descoberta de um disco voador acidentado e de corpos de extraterrestres próximos de Roswell, Novo México, em julho de 1947.

A última página do documento era um memorando do presidente Harry Truman dirigido ao ministro de Defesa, James Forrestal, datado de 24 de setembro de 1947. Nele, Truman dava instruções a Forrestal para que colocasse em andamento a “Operação Majestic-12”, mas sem dar nenhum indício do que poderia se tratar.

Sozinho, este memorando não faz sentido. Porém, ao ser lido juntamente com o relatório de 1952, a história parece ser clara: em julho de 1947, uma “nave aérea em forma de disco” se estilhaçou perto de Roswell e os militares acharam “entidades biológicas extraterrestres”. Quando o presidente Truman foi informado do acidente, autorizou o ministro de Defesa -Forrestal- a formar um comitê que tratasse do caso.

Em 1952, quando Eisenhower foi eleito presidente, foi levada a seu conhecimento, a operação Majestic-12. O relatório contém uma lista dos doze membros do comitê e uma descrição dos detalhes do acidente. O parágrafo final insiste na necessidade de “evitar, a qualquer custo, a propagação do pânico”, e confirma que o governo está ocultando a verdade sobre os OVNIs. Porém, a questão é: estes documentos são verdadeiros?

Em 1980, durante sua pesquisa para um filme sobre OVNIs, o produtor de cinema Jaime Shandera estabeleceu vários contatos no âmbito militar. É possível que algumas destas pessoas com informação privilegiada tivesse passado para ele os documentos do Maiestic-12?

As análises demostram que um memorando do MJ12 foi impressa sobre papel cebola, muito utilizado pelo governo dos EUA entre 1953 e 1970. Conhecido em ufologia como “documento Cutler-Twining’, este memorando foi encontrado no Arquivo Nacional, depois que Bili Moore recebeu um cartão postal dizendo onde ele estava escondido.

Entre os ufólogos, as opiniões se dividem. No campo “pro-Majestic” existem pesquisadores, como o físico nuclear Stanton T Friedman, que dedicou mais de dez anos ao assunto, e os ufólogos Bill Moore e Jaime Shandera. Para aumentar o mistério que rodeia o Majestic-12 (também conhecido como MJ2 ou MAJIC), durante os últimos anos chegaram outros pacotes às caixas de correio dos pesquisadores. O primeiro era um cartão postal enviado a Bill Moore em 1985. Enviado da Nova Zelândia, aconselhava que procurasse nos Arquivos Nacionais dos Estados Unidos alguns fichários recém-arquivados. Moore e Shandera fizeram a busca, e encontraram um memorando que confirmava a existência do MJ12, escrito por Robert Cutler, assessor especial de Eisenhower na Segurança Nacional e dirigido a Nathan Twining, chefe do Estado Maior das Forças Aéreas dos EUA.

Entre 1992 e 1996, outro ufólogo recebeu vários documentos relacionados com o MJ-12, e os mostrou a Friedman. Foi comprovado que dois documentos eram verdadeiros. O primeiro é uma ordem breve dirigida ao general Nathan Twining (um suposto membro do MJ-12), concernente a suas atividades durante a viagem que fez no mês de julho de 1947 ao Novo México, o local onde supostamente o disco voador havia se acidentado.

O segundo documento é um memorando para o presidente Truman, ditado pelo ministro de Estado George C. Marshall e dirigido ao vice-ministro. Embora não seja mencionado diretamente o MJ-12, o cabeçalho é: “NUJIC EO 092447 MJ-12”.

Na época do acidente em Roswell, Eisenhower era o chefe do Estado Maior do Exército. Os críticos dizem que, quando foi eleito presidente, já sabia do caso e não teve necessidade de ler nenhum relatório.

O Grupo Secreto Majestic 12

    

  • Contra-almirante Roscoe Hiilenkoetter, diretor da CIA (l 947-1950). Em 1960, reconheceu que existia um encobrimento do fenõmeno OVNI.
  •  Jerome Hunsaker, célebre desenhista de aviões e presidente do Comitê Consultivo Nacional da Aeronáutica.
  • Vannevar Bush, presidente da Junta de Pesquisa e Desenvolvimento (l945-1949). Foi conselheiro do presidente.
  • James Forrestai, primeiro ministro de Defesa dos EUA. Em 1949, sofreu um colapso nervoso e se suicidou. Foi substituído por Waiter Bedelí Smith.
  • Contra-almirante Sidney Souers, primeiro diretor da CIA (l946). Vice-presidente do Conselho de Segurança Nacional
  • Gordon Gray, viceministro do Exército. Foi conselheiro de Segurança Nacional e diretor da Junta de Estratégia Psicológica.
  • Nathan Twining, chefe do Comando Logístico do Ar e, posteriormente, presidente da Junta de Chefes do Estado Maior, o mais alto cargo militar dos EUA.
  • Donaid Menzei, astrofísico e crítico acérrimo dos OVNIs. Teve um cargo ultrasecreto e foi conselheiro de vários presidentes.
  • General Hoyt Vandenberg, chefe de Informação Militar durante a Segunda Guerra Mundial e segundo diretor da CIA (l946-1947).
  • Detlev Bronk, biofísico. Diretor da Academia Nacional de Ciincia e da Junta Médica Consultiva do Comitê de Energia Atômica.
  • General de divisão Robert Montague, diretor do Projeto de Armas Especiais na Comissão de Energia Atômica de Albuquerque.
  • Lioyd Berkener, da Jun!9 de Pesquiça e Desenvolvimento. Membro do comitê OVNI financiado pelo CIA nos cinos cinqüenta.

O documento do MJ-12 mais escandaloso foi enviado por correio em 1994 a Don Berliner, um veterano ufólogo e escritor científico. O anônimo rolo de filme continha vinte e três páginas de um “Manual de Operações do Grupo Especial Majestic-l2”, com data de abril de 1954. Era um detalhado manual de instruções intitulado: “Entidades e Tecnologia Extraterrestres, Recuperação e Destruição”.

Como a maioria dos documentos do MJ12 são reproduções, não é possível analisar nem o papel nem a tinta originais. Porém, existem muitos detalhes objetivos que podem ser comprovados, como as qualificações dos doze membros do comitê, as datas das reuniões e a legitimidade das assinaturas.
Evidentemente, o MJ-12 era um grupo muito seleto: além do ministro de Defesa, Forrestal, haviam três diretores do serviço secreto, um general das Forças Aéreas, um general do Exército, o ministro do Exército e cinco dos cientistas mais influentes dos Estados Unidos. Tratava-se da elite das comunidades militar, científica e de informação dos Estados Unidos. Se alguma vez existiu um grupo governamental altamente secreto relacionado com OVNIS, poderia ter sido este.

O único membro do MJ-12 que parecia não se encaixar no grupo, era Donald Menzel, um astrônomo da Universidade de Harvard. Escrevera três livros e inúmeros artigos contra o fenômeno. Todos os membros, exceto Menzel, eram conhecidos por possuírem cargos de alto nível de segurança e, como Menzel constava na lista do MJ-12, os pesquisadores pensaram que o documento fosse falso.

Contudo, em abril de 1986, Stanton Friedman fez uma importante descoberta. Conseguiu ter acesso aos documentos de Menzel, guardados no arquivo da Universidade de Harvard, e averiguou que este astrônomo esteve relacionado durante trinta anos com a Agência de Segurança Nacional.

Aprofundando-se mais em sua investigação, Frieman também descobriu que Menzel ocupava um cargo “Ultra secreto de Alto Nível” na CIA; que realizava consultarias altamente especializadas para muitas corporações importantes dos Estados Unidos; que mantinha estreitas relações com os outros cientistas do grupo MJ12, e que assessorava o governo em muitos projetos secretos.
Portanto, parecia que Menzel possuía a qualificação necessária para estar no MJ-12. Além disso, fez várias viagens ao Novo México durante 1947 e 1948 a pedido do governo. Estas viagens poderiam ter tido relação com o acidente de 1947 no Novo México, mencionado nos documentos do MJ-12?

Os outros membros do grupo também foram investigados por Friedman. Todos haviam trabalhado em projetos altamente secretos e participado de vários comitês de pesquisa e desenvolvimento, mas não estavam mais vivos para serem entrevistados sobre suas atividades. Porém, suas idas e vindas poderiam ser confirmadas por meio de inúmeras fontes: registros de chamadas telefônicas, correspondências, atas de reuniões e outros documentos guardados nas bibliotecas presidenciais e na Divisão de Manuscritos do Congresso.

A mais antiga referência ao Majestic está em um memorando supostamente enviado por Truman ao seu ministro de Defesa, james Forrestal. O comunicado – no qual é mencionado o assessor científico do presidente, Vannevar Bush – tinha a data de 24 de setembro de 1947. Este foi o único dia, entre maio e dezembro, em que Truman se reuniu com Bush. Forrestal também o fez neste dia, fato que Stanton Friedman descobriu depois de vários meses de pesquisa.

Esta data também é significativa, porque foi o dia depois de Nathan Twining, general chefe do Comando Logístico do Ar, enviar um memorando secreto ao Pentágono, referente aos “discos voadores”. Nele, Twining afirmava que “o fenômeno descrito é algo real, não visionário nem fictício”.

Além disso, um plano de vôo de 1947 demonstra que Twining viajou para o Novo México em 7 de julho de 1947. De acordo com o relatório, nesse mesmo dia “se iniciou uma operação secreta para assegurar o resgate de alguns destroços… para uma posterior análise científica”. É possível que isto seja apenas uma coincidência?

Joe Nickell, analista de documentos e escritor da revista Skeptical Enquirer, acredita que trata-se de uma coincidência. Concentrando-se no formato e na apresentação dos documentos, destacou vários “problemas importantes”.

“Um dos mais óbvios – opina este pesquisador- é a assinatura de Truman.” O estudo de documentos verdadeiros demostrou que a assinatura que leva o memorando do MJ12 está mal situada na página. Além disso, parece praticamente idêntica à de um memorando autêntico de Truman, encontrado por Stanton Friedman. Duas assinaturas idênticas são suspeitas.
Roger Wescott, um especialista em lingüística da Universidade de Drew (Nova Jérsei), revisou mais de vinte documentos autênticos escritos pelo contra-almirante Roscoe HillenKoetter e obtidos na Biblioteca Truman. Os comparou com o documento do Mj-12 supostamente escrito por Hillenkoetter e, depois de sua análise, afirmou: “Na minha opinião, não existe nenhuma razão que obrigue a considerar fraudulento nenhum destes comunicados, nem para acreditar que foram escritos por outra pessoa que não fosse Hillenkoetter”. Esta declaração corresponde à controvérsia sobre a discutida nota presindencial de 18 de novembro de 1952, assim como as das cartas privadas e oficiais.

As declarações de antigos funcionários confirmam a existência de um grupo de elite criado para tratar do fenômeno OVNI. Uma nota de 1950 do governo canadense, escrita por Wilbert Smith, engenheiro de projetos de Defesa, afirma: “Os discos voadores existem. É desconhecido seu modus operandi, mas um grupo dirigido por Vannevar Bush está trabalhando no assunto”.
Em 1991, o general de Arthur Exon, antigo comandante da base aérea de Wright-Patterson (Ohio), declarou que, ainda que não tivesse conhecimento do MJ- I 2, existia um grupo secreto – “Os treze terríveis” – criado para controlar o acesso aos relatórios sobre OVNIs. Poderia se tratar do grupo Majestic-12 e o presidente? O doutor Eric Walker, antigo presidente do Instituto para a Análise da Defesa, afirmou que havia assistido a reuniões em Wright Patterson sobre a descoberta de discos voadores. Também declarou que “faziam 40 anos que tinha conhecimento dele (o grupo MJ-12)”.

Nickell também se refere em sua análise aos formatos das datas, à tipografia e ao estilo de linguagem empregados nos documentos. Novamente, mediante o estudo de documentos autentificados, demonstrou que nos documentos do MJ-12 existem certos detalhes que destoam.

A conclusão de Nickell é que “os muitos elementos irregulares e suspeitos detectados nos documentos do MJ-12 demonstram claramente que tratam-se de falsificações”.

Porém, Friedman não concorda. Dedicou dez anos à pesquisa das objeções de Nickell e todavia insiste em que os documentos são verdadeiros. “Ainda não escutei nenhum argumento convincente contra o MJ-12 – afirma Friedman -. Francamente, considero que estes papéis contém os segredos mais importantes que jamais foram divulgados para a opinião pública.”

Verdadeiros ou falsos os documentos relacionados ao Majestic-12 são certamente, os mais intrigantes que vieram à tona no campo da ufologia. Em seu livro TOP SECRET/MAJIC, de 1996, Friedman apresenta uma lista de trinta detalhes. Se são falsos é provável que fossem escritos por alguém que tinha conhecimento de assuntos internos. Se são verdadeiros, provam que o governo está escondendo a verdade sobre os OVNIs..

A assinatura de Harry Truman em um memorando do MJ-l 2 é quase idêntica à de um documento autêntico de 12 de outubro de 1947. Como duas assinaturas nunca são iguais, esta seria uma prova, para os críticos, de que os documentos do MJ-12 são falsos.

AREA 51

Área 51 é um dos nomes atribuídos à área militar restrita no deserto de Nevada, próxima ao Groom Lake, Estados Unidos. Muito provável que seja uma das bases de testes aéreos mais sigilosas do planeta, mas é conhecida mundialmente por uma série de supostos acontecimentos ocorridos na década de 1970, e que alguns atribuem a um “envolvimento” e “contato” do exército americano com extraterrestres. Nenhum desses argumentos foi confirmado, deixando uma incógnita no domínio popular.

Há inúmeros documentários, livros e filmes que tratam sobre o tema, porém, não são imparciais na questão dos rumores extraterrestres, sempre submetendo a àrea como um “Sítio extraterrestre”. A “Área 51” foi vista em: Watertown (Cidade Aquática), Dreamland (Terra dos Sonhos), Paradise Ranch (Fazenda do Paraíso), The Farm (A fazenda), The Box (A Caixa), Groom Lake (Lago Groom), Independence Day (Dia de Independência) e recentemente Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull (Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal).

Geografia

A Área 51 é uma área de aproximadamente 1500 km² no Condado de Lincoln, Nevada. Faz parte da (12 139 km²) Nellis Air Force Range (NAFR).
Imagens do Google Earth puderam mostrar mais sobre as pistas de pouso do complexo. A pista de pouso do local é a 14L/32R, construída na década de 1990, medindo 3651 x 61 m.
A Área 51 faz divisa com o Nevada Test Site (NTS), local de testes nucleares. A Montanha Yucca, depósito nuclear, fica aproximadamente a 64 quilômetros a sudoeste do Groom Lake.
Piu Zamperlin comanda, mata ET. com os dentes

Operações

Dreamland é muito sigilosa à questão de suas atividades, deixando à imaginação o que o governo submete à área, o fato é que seria somente mais uma base aérea.
Satélites soviéticos obtiveram fotos do local em plena Guerra Fria, mas só chegaram a conclusões básicas. Eles descreveram uma instalação comum com pistas de pousos, hangares etc, mas nada que provasse a suposta base subterrânea. Mais tarde, novas fotos saíram de satélites comerciais, mas sem nada de excepcional.
Lá foram testados aviões como o U-2 (utilitário 2) , o A-12, o SR-71 Blackbird e o F-117 Nighthawk.

Tecnologia Alienígena

Desde o estabelecimento da Área 51, várias pessoas declararam ter visto estranhos objetos sobrevoando seu espaço aéreo e arredores, mas as autoridades sempre negaram os fatos. Contudo, um de seus próprios funcionários declarou que na base, além de projetos militares avançados que usam tecnologia alienígena ativamente, discos voadores genuinamente extraterrestres também seriam objetos de estudo. As naves, resgatadas intactas ou não em acidentes, eram consertadas ou reconstruídas em Dreamland e depois submetidas à prova por pilotos de testes. Foi o próprio físico Robert Bob Lazar quem fez tal afirmação, sendo seguido por vários outros ex-funcionários das instalações de Groom Lake. “Quase todos os dias eu pegava o avião em McCarran e ia à ‘Fazenda’, onde trabalhava em tecnologia revolucionária”, declarou Lazar, que trabalhou cinco meses na base, a partir de dezembro de 1988. O piloto de testes e herói de guerra John Lear, filho do então proprietário da fábrica de aviões a jato Learjet, foi um dos que colocou os UFOs à prova.

Lazar recentemente estendeu suas declarações e informou que o governo norte-americano estava pesquisando nada menos que nove discos voadores na Área 51, e tentava adaptar sua tecnologia em projetos terrestres, com o uso da chamada engenharia reversa. Por suas declarações, ele e sua mulher receberam várias ameaças de morte. Assim, evitando correr riscos, em novembro de 1989 decidiu aparecer em público e confirmou suas alegações. Disse que há um lugar secreto no interior da Área 51, conhecido como S-4, próximo ao lago seco Papoose, onde as naves alienígenas eram guardadas. Explicou que seu trabalho se dava justamente naquelas instalações, junto a uma equipe de 22 engenheiros contratados para estudar os sistemas de propulsão dos discos voadores. Agora, as novas imagens da TerraServer confirmam as declarações de Lazar, mostrando detalhes de tais instalações.

Ainda segundo Lazar, o S-4 era um enorme complexo subterrâneo que ocupava toda a área de uma cordilheira de montanhas. No início, o físico pensou que estivesse trabalhando com uma tecnologia altamente sofisticada criada pelo homem. Mas quando entrou em um dos discos voadores lá alojados, convenceu-se de que se tratava de algo de outro mundo, porque tanto sua forma quanto suas dimensões confirmam sua origem não humana. “As naves que examinei não possuíam juntas aparentes, nenhuma solda, parafusos ou rebites”, disse Lazar. “As bordas de todos os elementos da espaçonave eram arredondadas e suaves, como se tivessem sido feitas com cera quente submetida a um rápido processo de resfriamento”.

De acordo com seu relato, havia arcos e delicadas cadeiras de somente 30 cm de altura no interior dos veículos espaciais. Sua unidade de propulsão era o que mais lhe intrigava: tinha o tamanho de uma bola de beisebol e irradiava um campo antigravitacional através de uma coluna oca, situada verticalmente no centro da nave. Lazar teve sua curiosidade científica aguçada e passou a procurar informações sobre tudo o que acontecia em S-4. Foi quando teve acesso a um memorando que confirmou suas suspeitas. Nele havia uma quantidade impressionante de informações sobre os UFOs, “inclusive fotografias de autópsias de pequenos seres cinzas com grandes cabeças calvas”, declarou à Revista UFO. “O governo estava escondendo da população fatos da maior gravidade, e tudo aquilo estava sendo feito em Groom Lake, mais precisamente em S-4”, desabafou.

A SONDA DE CAPÃO REDONDO

Por Claudeir Covo e Ricardo Varela

Era início de mais um ano novo, mais precisamente em 02 de Janeiro de 1998, 21:30 horas, céu limpo, noite estrelada e relativamente quente. Fernando Mariano de Oliveira, 24 anos, estava conversando com sua prima Luciene da Cunha Lopes, 22 anos, na sala de sua residência, à rua Luís Augusto Ferreira, no bairro de Capão Redondo, na cidade de São Paulo – SP. Pela porta que da acesso à varanda, de repente, algo luminoso no céu chamou a atenção dos dois. Uma pequena esfera com diâmetro aproximado de 20 centímetros, com uma luminosidade intensa, um pouco menor que a intensidade das lâmpadas das luminárias de iluminação das vias públicas (igual à luminosidade de uma lâmpada residencial de 200 Watts).

Fernando e Luciene ficaram vendo aquela pequena esfera se deslocando no céu. Ora subia rapidamente, ora descia, ora acelerava, ora tinha movimentos lentos, ora passava por cima dos telhados das residências do bairro. Aquela esfera tinha movimentos inteligentes. Um balão, um avião, um helicóptero? Não, não podia ser. Aquela esfera estava distante não mais do que 150 metros. Ora se aproximava, ora se distanciava. Não emitia nenhum ruído. Tinha uma cor branca, levemente alaranjada, É claro que Fernando e Luciene não acreditavam no que estavam vendo. Trataram de chamar os outros familiares que estavam dentro da residência.

A Sra. Maria Cristina Soares de Oliveira, 46 anos, mãe do Fernando, ao sair na varanda também ficou espantada com o que via. “Seria algum novo brinquedo movimentado por controle remoto?” — pensou a Sra. Maria. Não, não podia ser. Às vezes, a tal esfera tinha incríveis acelerações e depois retornava. Os cachorros da região latiam continuamente. Alan Bruno de Oliveira, 10 anos, irmão do Fernando, pensava que era um balão. Será? Não, não podia ser. Os movimentos eram completamente diferentes do descrito por um balão, que normalmente é levado pelos ventos. O que seria aquilo ninguém sabia. Katiuscia da Cunha Lopes, irmã da Luciene e prima do Alan, ficou assustada e emocionada. Nunca tinha visto nada igual. A prima Giane Evans da Cunha também acompanhava todos aqueles movimentos da pequena esfera. Como poderia uma pequena esfera luminosa ficar tanto tempo no ar, fazendo incríveis movimentos?

Aquelas seis pessoas assistiam aquele show de camarote. A residência, um sobrado construído em um local alto, na varanda da frente, tem uma vista privilegiada, que permitia acompanhar com detalhes aquelas estranhas evoluções da pequena esfera. De repente, o telefone tocou. Era Waldir Mariano Júnior, 21 anos, irmão do Alan. Ele queria avisar a mãe que não iria jantar em casa. Sua prima Katiuscia pegou o telefone e eufórica explicava os incríveis movimentos daquela sonda. Em um certo instante o Júnior disse: “vocês ainda não filmaram isso?”. A emoção daquelas seis pessoas era tanta que até então tinham esquecido da filmadora. O Alan saiu correndo, pegou a filmadora, uma JVC, modelo GR-AX 808, Compact VHS, 12 vezes, 1 lux. Instalou a fita mas não tinha bateria. Ligou a fonte na rede elétrica e iniciou a filmagem daquela pequena esfera. No meio da filmagem, o Alan passou a filmadora para a prima Katiuscia, a qual filmou até a estranha luz sumir por detrás de algumas casas.

Os quatro minutos e meio de filmagem mostram imagens impressionantes. A evolução daquela pequena esfera no céu e sobre os telhados das residências permite verificar que é algo desconhecido. São imagens de um valor inestimável para a ufologia. O show começou por volta das 21:30 horas e terminou por volta das 22:00 horas, mas o pouco que foi filmado é o suficiente para verificar que se trata daquilo que a Ufologia tem registrado como sonda ufológica.

Quando o Sr. Waldir Mariano de Oliveira, Artista Plástico, 47 anos, pai do Alan, chegou em casa, encontrou a família eufórica. Depois que ele assistiu o filme, entendeu perfeitamente a razão. Via naquelas imagens o registro de algo que ele nunca tinha visto na vida. Logo tratou de procurar a Imprensa e especialistas para analisarem tais imagens, pois ele queria saber o que seu filho e sua sobrinha tinham filmado. Pelo fenômeno ter se manifestado durante trinta a trinta e cinco minutos no local, em um horário onde a maioria das pessoas ainda estavam acordadas, era evidente e certo que outras pessoas também assistiram aquele show. Assim, o próprio Waldir Mariano e os ufólogos passaram a percorrer as ruas da região. Foram várias diligências realizadas no local. Foram várias dezenas de testemunhas, talvez centenas. Conseguimos entrevistar várias delas. O curioso é que para algumas testemunhas aquilo não era novidade. No último ano, descobrimos que algo muito parecido já tinha ocorrido em duas outras datas diferentes da data de filmagem, na mesma região de Capão Redondo.

Luzia Dias Santana Bonfim, moradora na rua onde passa um riacho, e por onde a sonda da um rasante na frente das casas, estava com a família no quintal da frente da casa, quando viu uma luz vermelha no céu. No início imaginou que era um balão. Depois de algum tempo, toda a família percebeu que aquela estranha luz se movimentando no céu era algo desconhecido. Pelo depoimento, pela data antes do Natal, pelos movimentos e pela posição conclui-se que Luzia viu outro avistamento ufológico, diferente daquele que foi filmado.

Nessa mesma rua onde passa o riacho, uma senhora, que não vamos revelar seu nome, diz que aquela pequena esfera luminosa acabou mergulhando no riacho, fazendo o barulho típico de algo caindo na água e soltou uma grande quantidade de fumaça branca. Depois disso, tudo terminou. Pelas informações que conseguimos obter desta mesma senhora, ela tem problemas mentais e, segundo os vizinhos, é alcóolatra. Não achamos nenhuma outra testemunha que tenha também visto essa cena. Outras testemunhas que viram a sonda de perto e estavam em uma posição perpendicular à da filmagem, informaram a posição onde aquela estranha esfera sumiu por detrás das casas, em uma distância de pelo menos 50 metros longe do riacho. Consequentemente, nós registramos esse depoimento como não confiável.

Marcelo Caetano de Souza, residente próximo ao local, ficou entusiasmado com aquela pequena esfera fazendo aquelas estranhas evoluções no céu. Só que ele também viu na vez anterior, pois informou que esse fato já fazia quase um ano e o lugar que ele viu foi pelo menos 300 metros distante de onde estava a sonda que foi filmada. O local é rota de avião. Os aviões que descem ou sobem do Aeroporto de Congonhas passam sobre a região e todos já estão acostumados com isso. A Sra. Rosely Campos de Souza e seu esposo Frederico José de Souza estavam no quarto vendo televisão. Deixaram a janela aberta devido ao imenso calor. Em um certo instante a Sra. Rosely vê o que imaginou ser um avião. Aquele objeto vinha de frente. Era diferente. Em um certo instante, a Sra. Rosely comentou com o marido, preocupada, imaginando que ele iria entrar pela janela. De repente, o objeto parou e passou a fazer as estranhas evoluções, coincidindo com as imagens registradas pelo Alan e pela Katiuscia.

A Dna. Terezinha Varoto, sua filha Aparecida Varoto, seu filho José Varoto e sua neta Nímia Liss. N. T. Gomes, todos residentes na Rua Eunice Soares da Cunha, estavam na varanda da parte traseira da residência. Viram inicialmente uma luz alaranjada do tamanho aproximado de uma bola de futebol. Estava em cima de sua residência a uns cinqüenta metros de altura. De repente, ela se movimentou e começou a fazer as estranhas evoluções, também coincidindo com as imagens do vídeo. Viram por mais de 15 minutos. Samira Cristina Houssen Khalil e sua filha Kátia Cristina de Oliveira, também residentes na Rua Eunice Soares da Cunha, também acompanharam toda a movimentação daquela estranha sonda, por mais de trinta minutos. Disseram que era do tamanho de uma lâmpada residencial de 100 Watts, a cor branca avermelhada e não tinha nenhum ruído. Em um certo instante, aquela sonda parou em cima de um telhado de uma residência, distante não mais do que trinta metros. Samira e Katia ainda disseram que não foi a primeira vez que isso aconteceu. No ano passado, viram a mesma coisa em duas ocasiões distintas na mesma região, não tão próximas como desta vez.

Francisco Leão da Silva Neto estava no ponto de ônibus aguardando a chegada da sua esposa Mônica Aparecida Schleich. Assim que ela chegou, eles subiram a Rua Henrique San Mindlin. Já próximo de sua residência, a Mônica viu algo que parecia uma tocha de balão caindo. Como por encanto, a tal tocha parou no ar, a uns trinta metros de altura e em seguida passou a fazer as estranhas evoluções. Em um certo instante, aquele pequeno objeto luminoso chegou na altura da rede elétrica, distante não mais de 10 metros dessas testemunhas. Mônica correu para dentro de casa, imaginando que algo de mal pudesse acontecer. Depois voltou e continuou junto com o marido acompanhando as evoluções daquele pequeno objeto, até desaparecer e não retornar mais. Por terem visto muito de perto, eles perceberam que na parte superior daquele objeto tinha uma saliência de cor esverdeada, tipo fosforescente, com um brilho bem mais fraco em relação ao corpo. Analisando o filme, em certos instantes, podemos verificar que realmente há essa saliência no objeto e é luminosa.

EQUIPE TÉCNICA

Assistindo o vídeo que registrou aquelas imagens da sonda e ouvindo o som original, é interessante notar que os dois cinegrafistas amadores deram um “banho” em muitas pessoas experientes em filmagem. Enquanto o Alan filma, a Katiuscia vai orientando, dizendo: “dá mais zoom, dá menos zoom, está bom, está pegando, está filmando…”. Quando a sonda dá uma tremenda acelerada para cima, até o Alan se assustou. No meio da filmagem, o Alan passa a filmadora para a Katiuscia sem desligar, e quase sem perder o objeto. Em um certo instante, o Alan menciona: “…se estamos pegando um disco voador é uma coisa incrível !!!. É uma bolinha, agora está parado…”. Em um certo instante, a Katiuscia diz: “Meu Deus do céu, está abaixando, eu não acredito, meu Deus, está muito próximo…”. A Katiuscia teve até a preocupação de narrar a hora e a data, 09:53 horas de 02 de Janeiro de 1998.

SEQÜÊNCIA VIDEOGRÁFICA

      

ANÁLISES DO VÍDEO

Através do Guia de São Paulo, em escala, pudemos verificar que as casas por onde a sonda passou em frente, estão na distância de 208 metros. Os fundos da casa por onde o objeto some, com a fita métrica, encontramos 49 metros. De uma forma coloquial, podemos dizer que, a sonda estava distante entre 50 e 200 metros. Pelo depoimento das testemunhas que viram todo o show em uma visão perpendicular à da filmagem, podemos concluir que a sonda, no início da filmagem, está distante aproximadamente 150 metros e no final, aproximadamente 100 metros. Comparando as luminárias das ruas na própria filmagem com a sonda, e levando também em conta os depoimentos das testemunhas, podemos concluir que o diâmetro dela está entre 15 e 25 centímetros, arredondando, aproximadamente 20 centímetros. Em foco, podemos ver que a cor da sonda tende para o branco, mas quando sai do foco, ela fica alaranjada, batendo com o depoimento das testemunhas que disseram ser um branco alaranjado.

A hipótese de ser um pequeno balão foi totalmente descartada, pois o balão segue a mesma trajetória dos ventos. A hipótese de ser alguém empinando uma pipa com uma lanterna feita com vela também foi descartada. Além do pipa também ser orientado pelos ventos, é totalmente impossível realizar as incríveis manobras registradas, algumas bem perto d
o chão há 10 metros de altura, conforme as testemunhas, em um local cheio de redes elétricas. Em um dos mergulhos da sonda, no vídeo, aparentemente, ela chega a essa altura também. Pela filmagem e pelos depoimentos das testemunhas, a altura máxima que ela chegou foi de 120 metros.

Um brinquedo movido por controle remoto, um pequeno helicóptero por exemplo, também foi descartada, pelo silêncio, pelas manobras no local e pelos depoimentos das testemunhas. A hipótese de um relâmpago globular, também conhecido por raio bola, também foi descartada, pelo silêncio, pelas manobras e principalmente pelo tempo de duração.
Assim, pelo que pudemos concluir até agora, o Alan e a Katiuscia registraram aquilo que a Ufologia vem chamando de sonda ufológica.

Fonte:Infa


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